Será?
Será mesmo que precisa ser do nosso “jeito”? Será que somos assim infantis, ao ponto, de imaginarmos que o outro tem de fazer por nós, de volta, tudo o que fazemos por ele?
Será que não conseguimos compreender que o outro pode nos amar de maneira diferente? Diferente daquela que imaginamos, ou melhor esperamos?
Já dizia William Shakespeare, “Só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama.”
Então, dá para rever nosso “jeito turrão de ser” e começar a aceitar, confiar e agradecer pelo que nos chega? Seja da forma como for?
Se a resposta for sim! Parabéns para nós. Estaremos mais perto da felicidade. Se a resposta for não e, somos do tipo que acredita que podemos mudar o mundo, o outro, a nós … Bem, sinto muito. O aprendizado demorá mais a chegar… E, talvez, venha acompanhado de sofrimento.
A escolha é sempre nossa. Nós decidimos o que vai ser para lidar melhor com nossas limitações.
-Sandra Maia
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